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Prefeita Vilma prestigia Dia da Consciência Negra na Com. Olho D´àgua dos Negros

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A prefeita Vilma Lima (PT) de São de João do Arraial, esteve durante toda a manhã desta segunda (20) prestigiando as comemorações do “Dia da Consciencia Negra” na Comunidade Quilobola Olho D´Água dos Negros vizinha à cidade de São João do Arraial. Os vereadores Erinaldo Carvalho e Jurandir Pontes acompanharam a prefeita juntamente com o secretario de administração Abdoral Melo.

Entre as varias autoridades que compareceram para prestigiar o evento destacam-se o Deputado Estadual Francisco Limma (PT); a prefeita Vilma Lima, os vereadores Jurandir Pontes e Erinaldo Carvalho, os secretarios municipais Miguelzinho Rodrigues da Agricultura e Abdoral Melo da Administração de São João do Arraial. De Esperantina também compareceram varias autoridades que fizeram a representação da prefeita Vilma Amorim, que não pôde está presente.

O Dia da consciência Negra foi estabelecida pela lei 10.639/2003, sancionada pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em homenagem ao símbolo da luta pela liberdade no Brasil, o líder negro Zumbi do Palmares morto nesta data no ano de 1695. A homenagem a Zumbi foi mais do que justa, pois este personagem histórico representou a luta do negro contra a escravidão, no período do Brasil Colonial. Ele morreu em combate, defendendo seu povo e sua comunidade.

De acordo informações prestadas pelo Senhor Luís dos Santos, que segundo consta, é o morador mais idoso do local e neto escravos, no ano de 1847, alguns escravos vieram morar com a família do senhor Mariano e a partir daí foram surgindo novos descendentes culminando com uma população hoje estimada em cerca de 300 pessoas, boa parte ainda residindo no local.

A história da Comunidade Olho D´Água (dos Negros), como conhecida atualmente, é iniciada no ano de 1847, com a chegada do casal Mariano de Carvalho Castelo Branco e sua esposa Rosa Maria Pires, que construíram o casarão possivelmente usando mão de obra escrava. O local hoje, é referência e fonte de pesquisa para estudantes, professores e principalmente curiosos do passado escravagista do local.

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